"A Ignorância não fica tão distante da verdade quanto o preconceito" (Denis Diderot)

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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Os primeiros sinais de Autismo

Os primeiros sinais de Autismo, em geral, não são logo percebidos pelos pais, embora, na maioria dos casos, esses sinais possam estar presentes desde os primeiros meses de vida. Na maioria dos casos o desenvolvimento da criança é normal até os dois ou três anos de idade. Por algum motivo, em razão de algum fato significativo, é desencadeada uma regressão em algumas habilidades já adquiridas (a mais comum é a fala), ficando nítidas, a partir daí, as alterações no desenvolvimento e comportamento.
Crianças freqüentemente tem dificuldade de olhar para o rosto das pessoas, dizem os pesquisadores, pode estar apresentando um dos primeiros sinais de autismo.
 Com as taxas de autismo aumento na última década, os pesquisadores estão buscando os primeiros indícios da doença. Quanto mais cedo a criança for diagnosticada e começa o tratamento, dizem os especialistas, o melhor resultado a longo prazo. Na edição de setembro do JournalofChildPsychologyandPsychiatry , os pesquisadores líder autismo dizem pensar olhar infantil está entre as primeiras pistas do funcionamento social. A marca característica do autismo é uma incapacidade para se socializar.

Assista ao Vídeo:
Video produzido pelo Dr. Walter Camargos Jr. de Belo Horizonte, para ajudar médicos pediatras a
identificarem sintomas de autismo em crianças.


sábado, 26 de fevereiro de 2011

Conhecendo o lugar onde Moro- Triunfo PB


Conhecendo o Triunfo

O município de Triunfo localiza-se no alto sertão da Paraíba, distante da Capital a cerca de 590 Km, tem uma população aproximada de 10.000 habitantes, sendo cerca de 65% residentes na zona rural. Sua economia baseia-se na agricultura e pecuária de subsistência e um comercio incipiente.

A comunidade, a exemplo do que caracteriza o homem nordestino, é dona de um grande patrimônio cultural legado pela própria história desse povo, possuidor de exuberante potencial natural que se presta ao turismo ecológico e de aventura, o município começa agora a vislumbrar grandes perspectivas de futuro, aliando esse potencial à vontade política da sua atual administração e a criatividade e perseverança do seu povo, finalmente começa a se construir as saídas para os problemas que enfrenta e que até então se imaginavam crônicos.

A fundação de Triunfo

Um fato religioso de grande importância ocorreu na história de Triunfo em 1864, quando houve uma epidemia de cólera em toda a região. Um beato, conhecido como Caboclo Manoel Bernardo temendo que a doença atingisse a localidade recorreu ao Menino Deus e fez uma promessa de que se o lugarejo fosse poupado daquela calamidade, ele ergueria uma pequena capela e celebraria a sua festa, anualmente, de 15 a 25 de dezembro, com um novenário, fogos e festejos.

Como tendo conseguido alcançar a graça, Caboclo Manoel saiu pelas redondeza pedindo esmolas e levantando fundos para a construção que foi imediatamente iniciada. Após construída a pequena capela logo surgiram em volta residências e prédios comerciais que hoje formam o centro de Triunfo.

A Igreja Matriz do Menino Deus passou por várias reformas e é hoje uma das mais belas do Sertão paraibano. A festa do Menino Deus é mantida tradicionalmente há mais de cem anos e atrai visitantes de toda a região que aqui vem para, juntamente com a população local pagar suas promessas, com vestimentas cor de rosa, assim como é vestida tradicionalmente a Imagem do Menino Deus, vinda de Roma, no inicio do século passado.

Dentre os rituais que caracterizam a festa do Padroeiro, há a apresentação durante as nove noites de novena, de músicos, que adentram a Igreja conduzindo a “Procissão do Ramo”.

A partir da década de 50, incorporou-se a esse ritual a participação da Banda Cabaçal. Trata-se de manifestação artística de caráter popular trazida por remanescente de um quilombo de Pombal, que no ano de 1951, por questões ligadas a conflitos envolvendo a propriedade da terra, migraram para o Triunfo e aqui chegaram em número de 40 pessoas, e que ficaram conhecidos na localidade como os negros dos 40. Esse fato é de grande importância para a história de Triunfo porque a incorporação desse povo à vida da comunidade veio acrescentar valores de ordem cultural, econômica, social e humana.








Turma da Mônica- Novos Personagens

Segundo Maurício de Sousa, pai da Turma da Mônica, ter personagens com deficiência nas histórias é uma forma de promover a inclusão e, ao mesmo tempo, a diversidade.

A Turma já tinha o coleguinha Humberto, criado em 1981, que é surdo .Ele nasceu assim. Se comunica com a linguagem de sinais - LIBRAS Ele brinca e interage com os outros personagens como uma criança qualquer.


Turma ganhou mais dois amiguinhos: Dorinha e Luca.



Dorinha, é a primeira personagem deficiente visual (cega) do desenhista Maurício de Sousa, recebeu este nome em homenagem a DorinaNowill, uma mulher que perdeu a visão quando criança,lutou na vida e acabou se tornando um exemplo de força de vontade e simpatia. Criou a Fundação DorinaNowill, uma referência como instituição, que oferece assistência a cegos. A personagem é uma garota esperta que não precisa dos olhos para enxergar o que quiser. Dorinha tem um cão guia chamado Radar.




Luca, um garoto cadeirante, amante dos esportes, principalmente de basquete, que foi apelidado carinhosamente pelos novos amiguinhos de “Da Roda” Segundo Maurício de Sousa, Luca será responsável por mostrar às outras crianças as possibilidades de uma infância feliz, interativa, independentemente de qualquer deficiência física.




Tati, personagem da Turma da Mônica, inspirada em Tathiana Piancastelli. Ela é tem Síndrome de Down. As pessoas que têm Down têm algumas características em comum - como explica a própria revista da turma estrelada por Tati, elas têm o rosto fofinho e olhos puxados, às vezes falam enrolado e possuem um ritmo de aprendizado um pouco mais lento que as demais crianças. Mauricio criou a personagem com o intuito de mostrar às pessoas que, quem nasce com a Síndrome de Down pode até aprender mais devagar, mas assim como qualquer um, merece respeito e carinho.




André é o mais novo personagem com deficiência da Turma da Mônica. Ele é autista. Foi criado em homenagem a um sobrinho neto de Maurício de Sousa. Autismo é um transtorno do desenvolvimento psiconeurológico, que afeta a capacidade da pessoa de se comunicar, de compreender e de falar, comprometendo o convívio social. Manifesta-se na infância, por volta dos três anos de idade e é mais comum em meninos do que em meninas.